Diogo Coelho garante que é o candidato do PS à Câmara de Pedrógão Grande

diogo_coelhoO verniz voltou a estalar entre Diogo Coelho, presidente da Concelhia do PS de Pedrógão Grande, e João Paulo Pedrosa, presidente da Federação Distrital de Leiria. Em causa está o processo de escolha do candidato à autarquia daquele concelho do Norte do distrito.

Diogo Coelho assume-se como o único candidato socialista à Câmara Municipal de Pedrógão Grande e considera que a Federação “em claro desrespeito pelas normas e regras” decidiu designar outro candidato “em manifesta oposição com a candidatura regularmente aprovada” e também “em clara contradição com a maioria dos militantes” (86 por cento) que subscreveram a sua candidatura.

O presidente da Concelhia, que lidera também a Federação Distrital da Juventude Socialista de Leiria, diz que a sua candidatura foi aprovada em 24 de Novembro de 2012 pelos órgãos locais, tendo sido a única apresentada aos militantes. Contudo, a 21 de Dezembro teve conhecimento, através da imprensa, declarações de João Paulo Pedrosa, afirmando que a “federação chamou a si a responsabilidade de liderar o processo autárquico em Pedrógão Grande, depois de o presidente da Concelhia ter forjado uma acta para ser ele o candidato, e por não ter seguido as orientações e os estatutos do partido”. E avançou com a candidatura do ex-vereador António da Silva Pena.

Para Diogo Coelho, o presidente da Federação “bem sabia e sabe” que tais afirmações “são falsas” e que apenas foram feitas “com o firme propósito de denegrir” o seu “bom nome e imagem”, visando assim não só atingi-lo na sua “honra e consideração” mas também “vexá-lo junto dos seus possíveis eleitores” e deste modo impedir a sua possível candidatura à presidência da Câmara. Pelo que afirma já ter apresentado uma queixa-crime junto do tribunal competente.

No entender daquele socialista, a avocação da designação do candidato feita pela federação “está ferida de ilegalidade e implica a lesão de interesses fundamentais do Partido Socialista” uma vez que “põe em causa as regras fundamentais relativas à competência e funcionamento democrático do PS, mancha a actividade partidária perante os seus militantes, descrebiliza o partido perante o público em geral, viola princípios fundamentais dum Estado de direito democrático, não respeita os princípios valores fundamentais que sempre nortearam a acção socialista, e ofende a própria Declaração de Princípios do PS”.

Daí que a Concelhia “afirma e reitera, uma vez mais” a candidatura do seu presidente, Diogo Coelho, à Câmara Municipal, relembrado que a mesma “foi subscrita pela ampla e esmagadora maioria dos militantes” não reconhecendo “qualquer legitimidade nem competência ao presidente da federação para proceder à imposição e nomeação seja de quem for para ser candidato”.

Orlando Cardoso | Diário de Leiria | Diário de Coimbra

 

 

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