Pombal investe mais de três milhões na regeneração do centro da cidade

reneg lg cardalA Câmara de Pombal vai revolucionar o centro da cidade ao iniciar, dia 18, as obras de regeneração urbana no Largo do Cardal, frente aos Paços do Concelho. Obras orçadas em mais de três milhões de euros e que irão prolongar-se até final de Julho.

Segundo a autarquia aquela zona da cidade será “globalmente reestruturado de modo a garantir uma melhor adequação do seu desenho e das suas funções aos tempos actuais e será acompanhado pela colocação de novo equipamento urbano e sinaléctica”.

Aquela intervenção é a obra base de todo o Plano de Acção das Parcerias para a Regeneração Urbana que representam um total de obras no valor superior a 13 milhões de euros, comparticipadas em 85 por cento pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

Michael da Mota António, vereador com o pelouro da Regeneração Urbana, destaca a importância daquela intervenção urbanística para proporcionar uma “melhor qualidade de vida” e “redesenhar a cidade” tornando a cidade mais “citadina e urbana”.

Por outro lado, o autarca reconhece que as obras irão condicionar o normal funcionamento da cidade, afectando a mobilidade, o trânsito, os transportes urbanos, as cargas e descargas e a recolha de resíduos sólidos urbanos e recicláveis, bem como afectará o dia-a-dia normal quer de residentes quer de visitantes.

Daí que a autarquia tenha promovido uma reunião conjunta com todos os intervenientes, comerciantes e residentes, dando-lhes a conhecer o projecto e o plano de procedimentos, por forma a diminuir os impactos que as obras trarão à normal vivência da cidade.

O projecto, que mereceu parecer favorável da Direcção-Geral do Património Cultural, será acompanhado em permanência por um arqueólogo. Uma das principais intervenções consistirá na substituição dos tradicionais plátanos de grande porte por outras árvores, de espécie sugerida por aquele mesmo organismo.

Segundo Michael António, todas as acções de regeneração urbana dá uma atenção especial a espaços verdes e à implantação de árvores, e alerta que as árvores actuais, para além de não garantirem segurança estão a “destruir algumas das infraestruturas” tendo em conta a sua dimensão e raízes.

A alteração das bolsas de estacionamento, a criação de uma nova praça de táxis, a construção de um quiosque com sanitários públicos e o redesenho da circulação automóvel, são algumas das principais requalificações a realizar.

Michael António aproveita para realçar a interligação daquela regeneração urbana com outras já em curso e que têm como epicentro a zona histórica da cidade. É o caso da construção do parque subterrâneo no Largo S.Sebastião que irá albergar alguns dos serviços técnicos do Município.

Aquele equipamento, localizado numa das entradas da cidade e com mais de 110 lugares, terá como objectivo evitar que alguns munícipes não se desloquem para o centro de automóvel.

 

 

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