Autarca de Coimbra contra fecho da ortopedia do Hospital Pediátrico

Barbosa MeloO presidente da Câmara de Coimbra, o social-democrata João Paulo Barbosa de Melo, afirmou, hoje, na sessão quinzenal do executivo municipal, “repudiar” a possibilidade de encerramento do serviço de ortopedia do Hospital Pediátrico da cidade.

“Tudo o que ponha em causa a qualidade dos serviços do Hospital Pediátrico será sempre repudiado por todos nós, aqui na câmara”, sublinhou o autarca, assegurando que se iria “informar se realmente” há intenção dos responsáveis em acabar com aquele serviço.

A questão foi levantada pela primeira vez no ano passado, por iniciativa do BE, que entretanto questionou o Governo sobre a continuidade desta valência.

Também o PCP e o CDS questionaram o executivo sobre a eventual extinção daquele serviço.

“Era o que mais faltava que isso acontecesse”, afirmou João Paulo Barbosa de Melo, reforçando a posição anteriormente assumida pelo vereador da CDU, Francisco Queirós.

No entender do eleito da CDU, o encerramento daquele serviço seria de “extrema gravidade” e constituiria “uma grave agressão não só ao Serviço Nacional de Saúde, mas também às instituições de saúde de Coimbra”.

“O desaparecimento do serviço de ortopedia do Hospital Pediátrico seria mais um golpe profundo”, frisou Francisco Queirós, salientando que “não existe “qualquer estudo técnico que possa fundamentar” semelhante decisão.

Já o líder da comissão política concelhia de Coimbra do PS e da bancada socialista na câmara, Carlos Cidade, adiantou que não está comprometida a manutenção da qualidade do serviço da unidade: “Os cuidados de saúde não estão em causa”, assegurou.

“Que relatório ou estudo clínico fundamentou a decisão do Governo de extinguir o Serviço de Ortopedia Pediátrica como serviço individualizado do Hospital Pediátrico de Coimbra?”, perguntou a deputada Rita Rato, num requerimento dirigido ao executivo de Passos Coelho.

Também o deputado centrista eleito por Coimbra João de Serpa Oliva, juntamente com Isabel Galriça Neto e Manuel Isaac, outros deputados do CDS-PP na Comissão Parlamentar de Saúde, questionaram o ministro da tutela sobre a intenção de eliminar aquele serviço e, em caso afirmativo, quais os motivos que a justificam.

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