Figueiró dos Vinhos alerta para importância da floresta

pinhalChamar a atenção para a importância que tem a floresta para o concelho e para toda a região do Pinhal Interior é um dos objectivos da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos ao promover, anualmente, a Semana da Floresta.

O evento, que já vai na sua sexta edição, resulta de uma organização conjunta da autarquia, do Agrupamento de Escola, dos Bombeiros Voluntários e do Contrato Local de Desenvolvimento Social “Gerações Activas”.

O evento teve o seu arranque hoje, segunda-feira, dia 11, com a inauguração da exposição internacional “A árvore e a floresta” no salão nobre do quartel dos Bombeiros Voluntários. Amanhã será a vez da Universidade Sénior inaugurar uma exposição de artes decorativas alusivas à floresta.

Na quarta-feira, dia 13, decorrerá na Escola EB2 o Dia da Arte, com ateliê de reciclagem, enquanto ao início da tarde terá lugar uma demonstração de poda de intervenção em alameda classificada, numa das avenidas da vila. Seguir-se-á no Centro Comunitário da Santa Casa da Misericórdia actividades intergeracionais.

Na manhã do dia seguinte reunirá no salão nobre dos Paços do Concelho a Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios seguindo-se a cerimónia de hastear da bandeira Eco-Escola na Escola Secundária local. Durante a tarde decorrerão actividades integeracionais no Jardim de Infância da vila.

O último dia da Semana da Floresta terá início, pelas 10:00 hroas, com uma visita à empresa “Enerpellets” que se dedica ao aproveitamento de resíduos florestais para fins energéticos. À tarde, para além das actividades intergeracionais no Jardim de Infância de Arega, terá lugar, na Mata Municipal do Cabeço do Peão, uma plantação de espécies autóctones.

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One Response to Figueiró dos Vinhos alerta para importância da floresta

  1. João Forte says:

    Resta sublinhar que uma floresta é constituída por várias espécies, algo que, em termos genéricos, não acontece em Figueiró dos Vinhos, onde domina a monocultura do eucalipto e eucalipto não é floresta. Há que ser consequente nas palavras, as quais não sendo consequentes são mero discurso de conveniência. Palavras leva-as o vento. Há que reduzir a área de eucaliptal e plantar espécies autóctones, pois é assim que se faz o progresso e mitiga o drama dos incêndios florestais.

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