Bombeiros de Pombal querem rever Acordo de Empresa para aliviar custos com pessoal

Acordo foi assinado há dois anos

Acordo foi assinado há dois anos

Aliviar os custos financeiros com o pessoal e assegurar a manutenção dos cerca de três dezenas de postos de trabalho é a intenção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pombal ao propor a revisão do Acordo de Empresa assinado, há cerca de dois anos, com o Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais.

Depois de dois anos em vigor, o presidente da direcção, Rodrigues Marques, considera que o documento “implica um aumento das contrapartidas pecuniárias que, no contexto financeiro actual, é demasiado pesado”.

Sublinhando que em 2012 os gastos com o pessoal aumentaram, face ao ano transacto, em mais de 110 mil euros, o dirigente considera que “é necessário adequar o Acordo de Empresa em termos de possibilidade financeiras” sob pena de se “constranger o funcionamento da corporação a curto prazo”.

Para Rodrigues Marques, as alterações propostas ao sindicato “visam encontrar um documento mais equilibrado, em especial no campo financeiro, sendo certo que a poupança que estas propostas representam assegura a manutenção de todos os postos de trabalho”, cerca de três dezenas. “Mais importante é que os complementos continuem a ser pagos, mas num montante que entendemos mais ajustado com a realidade”, frisa.

Segundo aquele dirigente, as propostas de alteração passam, essencialmente, pela “revisão para montantes mais comportáveis dos valores adicionais à retribuição normal pagos a título de trabalho nocturno, de subsídio de risco, trabalho suplementar e isenção de horário de trabalho”.

Este proposta de revisão surge depois daquela Associação Humanitária ter sido forçada a fazer um acordo com cada um dos trabalhadores, com retroactivos à data de Janeiro de 2011, a pagar em três anos, num verba que ascende a mais de 70 mil euros.

O Acordo de Empresa assinado com os Bombeiros de Pombal, uma das corporações com mais efectivos no distrito de Leiria, aconteceu em Março de 2011 e foi o quarto assinado no país.

Na ocasião, Rodrigues Marques enalteceu a importância do acordo, considerando-o um “documento jurídico” que contribuiria para “a melhoria das condições de trabalho dos bombeiros trabalhadores”. Por outro lado, referindo que a associação “é uma casa muito especial” uma vez que “possui trabalhadores e voluntariado” afirmou que “mais do que um documento jurídico, é um documento de conforto para os bombeiros assalariados”.

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