Três meses depois do temporal ainda há aldeias sem iluminação em Pombal

temporalCerca de três meses depois do temporal que deixou populações sem comunicações e energia eléctrica durante mais de uma semana, ainda existem localidades sem iluminação pública. A maior incidência atinge, designadamente, a zona Oeste do concelho de Pombal.

Em Água Formosa, na freguesia da Ilha, os moradores contestam a falta de empenho da EDP para repor a iluminação pública. Um pouco em todas as freguesias existem locais onde são visíveis postes derrubados, outros improvisados e cabos eléctricos soltos e envolvidos na vegetação.

Adelina Fernandes, moradora em Água Formosa, refere, numa reportagem da TVI, que a EDP repôs a energia eléctrica às habitações mas “nunca mais houve iluminação pública”. Também Carlos Oliveira lamenta a ausência dos técnicos da empresa fornecedora de energia eléctrica. “Nunca mais apareceu cá alguém”, diz.

Já Ana Margarida considera que “não vale a pena queixar-nos” até porque “há luz nas casas e isso é o principal”.

A falta de iluminação pública nas zonas afectadas pelo temporal de 19 de Janeiro no concelho de Pombal foi tema de discussão na última sessão da Assembleia Municipal. Paulo Murtinho, da bancada social-democrata, referiu-se ao assunto, solicitando ao executivo camarário para que intercedesse junto da EDP com vista à resolução daquela situação.

“Ainda existem vários lugares no concelho que não têm iluminação pública a funcionar, provocando desconforto e insegurança na população”, alertou o autarca, natural da freguesia de Almagreira.

Pedro Murtinho pediu, assim, naquele dia 27 de Fevereiro, que a Câmara Municipal “interceda junto da EDP para que a iluminação pública seja reposta o mais urgentemente possível”.

A título de resposta, o vice-presidente da autarquia, Diogo Mateus, afirmou que iria ter em conta aquela solicitação. Contudo, “não creio que sejam do conhecimento do município a existência de muitos lugares que não tenham iluminação pública”, considerou.

Daí que Diogo Mateus tivesse aproveitado o momento para solicitar a todos os membros da Assembleia Municipal para que dessem conhecimento ao executivo das situações suas conhecidas, para que a Câmara pudesse interceder junto da EDP”.

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