Presidente do hospital de Leiria apela à desburocratização para reduzir tempos de espera

Helder RoqueO presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHLP), Helder Roque, apelou hoje à tutela para que reduza a burocracia de modo a diminuir os tempos de espera dos utentes.

No dia do Hospital de Santo André, unidade do CHLP, Helder Roque afirmou que sente “necessidade de respostas rápidas perante os problemas”, principalmente quando é necessário “enfrentar os entraves e resolver situações de urgência”.

“A complexidade da gestão nos dias de hoje obriga a que tenhamos estabilidade nas regras e ausência de entraves burocráticos. Impõe-se uma simplificação processual necessária para uma decisão rápida, sob risco do centro hospitalar ser forçosamente afetado pela escassez de recursos disponibilizados para o seu funcionamento, com repercussões negativas nos serviços prestados aos cidadãos”, alertou.

Segundo o responsável, o CHLP tem “reduzido bastante os tempos de espera”, dando “cada vez mais resposta de forma atempada”.

É também rapidez que o responsável exige de quem tem o poder de decisão: “A resposta que temos de dar aos cidadãos tem de ser agilizada. A crise exige que poupemos recursos e que não gastemos energia. É isso que o hospital precisa para continuar a dar o seu contributo para a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde”.

À margem das comemorações do dia do hospital, Helder Roque considerou ainda que a junção do Hospital de Santo André ao Hospital de Pombal é ainda um “processo contínuo” e “ainda é muito cedo para informar sobre os resultados objetivos”.

No entanto, o presidente do Conselho de Administração disse que “há ganhos imediatos”, nomeadamente “quando se evita as redundâncias de serviços, logística, serviços financeiros, ou farmácia”.

Laborinho Lúcio defende manutenção do SNS

O presidente do conselho consultivo Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHLP), Laborinho Lúcio, defendeu hoje a manutenção do Serviço Nacional de Saúde (SNS), considerando que é um “verdadeiro instrumento de coesão social”.

Durante a cerimónia do dia do Hospital de Santo André, unidade do CHLP, Laborinho Lúcio salientou que “a saúde é o verdadeiro instrumento de coesão social”, pelo que, “no limite, terá de ser uma função irrecusável do Estado”.

“Um Estado civilizado e moderno, independentemente da complexidade de dificuldades que atravessa, não pode deixar de ter como primeiro fundamento a garantia da coesão social, abaixo da qual qualquer violação representa a violação da dignidade humana”, acrescentou o ex-ministro da Justiça.

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