Bispo diz que construir centros sociais “não são um encargo” mas uma “missão”

centro social Santiago GuardaO Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes disse ontem à tarde (domingo) que “a Igreja é um elo fundamental” para a construção de equipamentos sociais, tendo o “dever de congregar esforços, unindo pessoas e contar com os apoios públicos”. Ao presidir à cerimónia de bênção da primeira pedra das futuras instalações do Centro Social e Paroquial de Santiago de Guarda, em Ansião, o prelado considerou que apoiar aquele tipo de equipamentos, num momento de dificuldades, “não é um encargo” mas “uma missão e uma acção”.

Perante a presença de centenas pessoas que, antes, participaram numa eucaristia presidida por si na Igreja Paroquial local, D. Virgílio Antunes desafiou os populares a “não deixar cair o projecto”, orçado em cerca de meio milhar de euros. Até porque, como disse, é um “serviço a favor do ser humano”.

Na opinião do Bispo de Coimbra, a Igreja “está em condições para ser um veículo intermediário destas acções de solidariedade”. “Se não o fizer está a falhar a sua missão”, frisou.

Aquele equipamento social, a construir em terreno cedido pelo Município de Ansião, no centro da sede de freguesia, visa dotar de melhores condições de funcionamento o Serviço de Apoio Domiciliário, Centro de Dia e Centro Convívio do Centro Social e Paroquial, instalados em “espaço exíguo desde há vários anos”. A ideia é, numa segunda fase, construir um lar residencial para idosos.

O pároco Fernando Carvalho, presidente da instituição, está convicto que a obra terá início “ainda este ano”, mas para tal, “precisamos da ajuda de todos”. Considerou aquela cerimónia como um “acto simbólico” mas “revestido de grande significado de fé” por ser “um serviço da Igreja destinado a todos que dele vierem a necessitar”.

Optimista está, também, o presidente da Junta de Freguesia. Artur Ramalho considera que a obra “é um sonho que tem vindo a ser adiado” mas o lançamento da primeira pedra “é o primeiro passo para o sucesso da sua concretização”.

Também Rui Rocha, presidente da Câmara Municipal de Ansião, partilha do mesmo sentimento ao considerar aquele equipamento social como “uma obra meritória” e para a qual “o Município fez o trabalho mais fácil” ao ceder 4.500 metros quadrados de terreno.

A iniciativa daquele Centro Social e Paroquial mereceu, ainda, palavras elogiosas pela representante do Centro Distrital de Leiria do Instituto da Segurança Social. Maria do Carmo Palricas garantiu que a Segurança Social irá continuar o apoio aos utentes da Instituição e disponibilizou “apoio técnico” durante a realização da obra.

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