Judiciária detém jovem suspeito de assaltos em Pombal

judiciaria_bandeiraA Directoria de Coimbra da Polícia Judiciária (PJ) deteve, quarta-feira, um jovem de 28 anos de idade, suspeito da prática de, pelo menos, seis crimes de roubo, efectuados com recurso a arma de fogo, ocorridos na zona de Pombal, durante o passado mês de Abril.

Os assaltos terão sido praticados entre os dias 7 e 25 de Abril e, com uma única excepção, os alvos foram sempre estabelecimentos comerciais, entre cafés, minimercados ou pastelarias, na zona urbana de Pombal.

O jovem é socialmente bem inserido e com um grande apoio familiar, tem um passado ligado ao consumo de drogas e antecedentes policiais relacionados com furtos.

De acordo com o Diário de Coimbra, “a necessidade de obter um dinheiro extra para a aquisição da droga terá estado na origem dos sucessivos roubos”. “Actuando com o rosto tapado e empunhando uma arma de fogo, o suspeito, residente em Pombal, começou por, no dia 7 de Abril, assaltar um café. No dia imediatamente a seguir o alvo foi uma pastelaria e, nesse mesmo dia, assaltou uma senhora, que acabava de fazer um levantamento numa caixa ATM”, refere o mesmo jornal.

O jornal adianta, ainda, que “o périplo de assaltos continuou, de acordo com fonte ligada à investigação, da responsabilidade da Directoria do Centro da Polícia Judiciária (PJ), no dia 9, mais uma vez tendo como alvo um café. No dia 11 o suspeito voltou ao ‘ataque’, desta vez num minimercado, na freguesia da Guia, o único que, de resto, extravasou os limites da área urbana de Pombal. A sucessão de crimes teve um interregno de quase duas semanas, ‘regressando’ no dia 25 também a um minimercado localizado na malha urbana de Pombal.”

Tudo indica que o assaltante, que se fazia transportar um veículo ligeiro, “estudava” e vigiava os locais, preparando o momento certo para o assalto. A excepção será o caso da senhora, onde “a ocasião fez o ladrão”.

Entre 200 a 500 euros seria o valor “apurado” em cada assalto, dinheiro que terá sido, segundo a PJ, gasto de imediato na compra de droga.

Segundo fonte ligada à investigação, citada pelo Diário de Coimbra, o assaltante “baralhou” vítimas e testemunhas, pois todos foram unânimes em apontar o autor como sendo um brasileiro, uma vez que era notório o sotaque. Um dado que a PJ acabou por desmontar, concluindo que o suspeito esteve recentemente, durante alguns meses, no Brasil, e terá usado este artifício linguístico para “despistar”.

Presente ao Tribunal de Pombal para primeiro interrogatório e aplicação as medidas de coacção consideradas convenientes, o suspeito foi restituído à liberdade, estando, todavia, obrigado a apresentar-se semanalmente às autoridades.|

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