Revitalização do sector têxtil de Avelar nas mãos do governo

texteisO futuro do sector têxtil na freguesia de Avelar continua sem uma solução definitiva, estando agora à espera de uma resposta por parte do Governo. Apesar de já ter visto uma “luz ao fundo do túnel” por diversas vezes, o impasse mantém-se.

Em causa está agora a aprovação de uma candidatura com vista à criação de uma empresa de capital de risco, apresentada pelo investidor que, desde há alguns meses, está interessado em recuperar o grupo de empresas em situação difícil instaladas naquela freguesia do concelho de Ansião.

Contudo, apesar das sucessivas insistências junto da administração central para que o processo tenha uma resposta, esta tarda em aparecer.

No passado dia 24,o presidente da Câmara de Ansião, Rui Rocha, promoveu uma reunião entre o investidor, o Sindicato dos Trabalhadores Têxteis do Centro e o secretário de Estado da Segurança Social, Marco António Costa. Uma reunião de trabalho realizada no âmbito da deslocação do governante a Ansião para, na qualidade de dirigente nacional do PSD, participar no jantar de apresentação da recandidatura de Rui Rocha.

Na reunião, o secretário de Estado terá dito que iria tomar conhecimento do ponto de situação do respectivo processo e que daria uma resposta até meio da semana seguinte. Na sexta-feira, 28 de Junho, Marco António Costa ainda não tinha dado qualquer resposta, refere Fátima Carvalho, dirigente do Sindicato em declarações ao nosso jornal.

A sindicalista lamenta a demora de uma resposta do Governo, tendo em conta a importância da revitalização daquele sector industrial para o concelho e para a região, tanto ao nível económico como social.

“Há um investidor empenhado em salvar as empresas, há trabalhadoras que muito têm dado de si para que tal aconteça, mas há um governo que não dá uma resposta”, refere Fátima Carvalho, enaltecendo que o secretário de Estado da Segurança Social “é o único que ainda vai respondendo às nossas solicitações”.

A dirigente sindical teme que o investidor se canse de esperar por uma resposta por parte do Governo, “que tanto apregoa pela revitalização das empresas” e que “volte tudo à estaca zero”, colocando em risco os cerca de 200 postos de trabalho que tem vindo a assegurar.

Fátima Carvalho sublinha, ainda, o papel do Sindicato que dirige em todo aquele processo. “Temos tido um papel colaborante e de procura de uma solução” reconhecendo a importância de manter aquele sector em actividade para o concelho e região”.

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