Soure deverá ligar-se à A1 até final do ano

No A1 SoureCom as obras a decorrerem a bom ritmo, tudo indica que até final do ano fique concluída a construção do nó de Soure à Auto-Estrada do Norte (A1). Um investimento que ronda os 6,5 milhões de euros por parte da Brisa – Concessão Rodoviária, SA.

A obra, em curso na zona de Casconho, a escassos quilómetros do Itinerário Complementar (IC) nº 2 (ex-EN1), traduz-se num “velho sonho”, acalentado há mais de duas décadas por parte da autarquia sourense, presidida pelo socialista João Gouveia.

Para o município, o nó em construção no sublanço Pombal / Condeixa-a-Nova na A1, “é uma mais-valia para o concelho de Soure” mas de “interesse regional e supra regional”. Aliás, se o concelho de Soure é um beneficiário directo, em termos de acessibilidades, o executivo municipal sublinha o benefício acrescido que também representa para as freguesias do Norte de Pombal e Sul de Condeixa-a-Nova.

Aquela ligação à A1 já se encontrava identificado como “investimento prioritário” no Plano Regional de Ordenamento do Território (PROT) Litoral – Centro, de Junho de 1997.

Por outro lado, mais recentemente, também os planos sub-regionais de desenvolvimento do Território NUT III, do Baixo Mondego, e da Terras de Sicó consagraram essa mesma prioridade ao projecto.

Também em Junho de 2012, a escassos quatro meses do início da construção, um despacho conjunto dos secretários de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e do Ambiente e Ordenamento do Território “reconhece o relevante interesse público da obra”.

O anúncio de construção daquele nó de ligação à A1 foi feito em Março de 2009 pelo então secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos.

Na ocasião, João Gouveia enalteceu a importância daquela ligação à principal auto-estrada do país no que diz respeito à atracção de novos munícipes e investidores para Soure. “Queremos que o desenvolvimento do concelho continue, e para tal é fundamental que haja ligações directas às principais vias de comunicação”, disse, acrescentando que aquele nó “irá aproximar uma parte significativa do concelho de todo o país” o que trará reflexos.

“Vamos aumentar o número de famílias residentes e ser mais atractivos na captação de investimento privado, que gera emprego”, frisou o autarca, agora candidato à Assembleia Municipal.

 

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