Narciso Mota queria Assembleia Municipal a participar à justiça afirmações “insultuosas”

assemb municipal PombalO presidente da Câmara de Pombal, Narciso Mota, lamentou na segunda-feira que a Assembleia Municipal não tenha, por sua iniciativa, participado ao Ministério Público afirmações proferidas nas diversas sessões ao longo dos mandatos autárquicos.

Na última sessão daquele órgão autárquico presidido por Grilo Gonçalves e realizada na segunda-feira ao final da tarde, Narciso Mota referiu que se sentiu, por diversas vezes, “caluniado, indignado e injustiçado” perante afirmações da bancada da oposição socialista.

“Se esta magna assembleia tem como missão fiscalizar, devia ter fiscalizado quando aqui foi apregoado e afirmado categoricamente que a nossa Câmara estava numa situação de falência, que dava água com alumínio aos munícipes e, mais grave ainda, que o presidente da Câmara tinha conivência com o roubo que aqui foi praticado”, disse o autarca social-democrata, numa referência ao desfalque efectuado por um funcionário da autarquia.

Para Narciso Mota, a Assembleia Municipal “devia ter tomado a iniciativa de averiguar até às últimas consequências muitas das coisas que aqui foram ditas e não confirmadas”. “Isto não é democracia, isto é voltar ao tempo da pedra lascada em que nós não contribuímos para a dignidade e para a missão nobre de se estar na política”, frisou.

O autarca, agora cabeça de lista à Assembleia Municipal considera que aquele órgão autárquico “não foi inovador ao não ter enviado para o Ministério Público, por sua iniciativa, o que foi insultuoso, injusto e difamatório para com quem aqui está a cumprir os seu dever cívico e político que são os membros da assembleia”.

Segundo Narciso Mota, uma Assembleia Municipal “deve ser de confiança, de nobreza primeira a nível de poder autárquico, e deve ser progressiva e não estática” mas, também, “criativa, verdadeira, transparente, autêntica e real”.

No entanto, o autarca afirmou que termina o seu quinto mandato como presidente da Câmara de Pombal “com a consciência de dever cumprido”, deixando uma palavra de “homenagem e apreço” aos vários presidente de Assembleia Municipal com quem trabalhou: Menezes Falcão, Luís Garcia, João Coucelo e Grilo Gonçalves.

 

 

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