Vermoil cumpre a tradição com o bodo das castanhas

CastanhasVermoil vai estar em festa nos dias 25, 26 e 27 ao receber o tradicional e secular Bodo das Castanhas. O certame de cariz popular, organizado pela Junta de Freguesia, pretende, essencialmente, divulgar a identidade cultural, transmiti-la às gerações vindouras, manter as tradições e projectando-as no futuro.

Para além de ter as castanhas e o fruto seco como protagonistas, o evento promoverá, também, o artesanato, como a cestaria e tanoaria, numa conjugação com animação para confraternização entre todos os vermoilenses e os muitos forasteiros que se deslocam habitualmente à freguesia durantes dos dias de festa. À associa-se a vertente gastronómica com tasquinhas, a cargo das colectividades que mais se destacam na freguesia, como é o caso do Atlético Clube de Vermoil, Associação de Vizinhos e Amigos dos Matos da Ranha, Associação Desportiva da Ranha, Associação Filarmónica Vermoilense, Associação dos Clássicos de Vermoil e o Centro Social Júlio Antunes.

O programa tem início às 20:00 horas de sexta-feira, 25 de Outubro, com a celebração de missa comunitária na Igreja Velha de Vermoil, seguindo-se a actuação da Sociedade Filarmónica Vermoilense.

No dia seguinte realizar-se-á a concentração de veículos clássicos motorizados, que decorrerá durante o dia por terras de João de Barros. A tarde do segundo dia de festa será dedicada às crianças com animação, jogos, pinturas, entretenimento e insufláveis. Ao final da tarde haverá um magusto comunitário.

O último dia de festa iniciar-se-á com um passeio BTT. À tarde haverá folclore, grupos de dança entre outros.

Durante os três dias de festas decorrerá uma concentração de caravenistas oriundos um pouco de todo o país.

A memória do Bodo das Castanhas naquela freguesia da zona Sul do concelho de Pombal, remonta a um documento no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, com data de 31 de Maio de 1541, onde refere que os fregueses e mordomos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Vermoil pediram autorização a El-Rei D. João III para fazerem a festa do bodo, festa muito antiga, no dia de Nossa Senhora de Setembro e para efectuarem um ofertório para suportar as despesas.

O rei atendeu o pedido com a condição de não se fazerem despesas desnecessárias e de se reservar a quarta parte das esmolas colhidas para o culto da igreja paroquial, lê-se no mesmo documento, acrescentando que caso esta não necessitasse a quarta parte será para se celebrarem missas pelas intenções dos ofertantes.

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