CCDRC quer empresas preparadas para absorverem fundos europeus

jantar CRERO presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Pedro Saraiva, desafia o tecido empresarial da região a preparar-se, desde já, para absorver os fundos do próximo Programa Operacional Regional no âmbito da programação financeira da Política de Coesão da União Europeia para 2014-2020. “Comecem já a pensar nos projectos para irem a jogo”, afirma.

O desafio foi lançado durante um jantar-conferência, na quarta-feira em Pombal, onde Pedro Saraiva apresentou as linhas gerais sobre a estratégia para o Centro de Portugal que deverá “afirmar modelos de Competitividade Responsável, Estruturante e Resiliente (CRER)”.

Para o presidente da CCDRC, o trabalho já realizado, e que “tem todos os ingredientes para que tudo corra bem”, resultou da participação dos principais agentes regionais e locais, mas também dos próprios cidadãos, para além da recolha de experiência e opinião daqueles que têm um diferente olhar sobre a região.

Uma espécie de “wikipédia regional” constituída por “42 capítulos e cerca de 2000 páginas de sabedoria”, disse.

Segundo Pedro Saraiva, o “desígnio central” do CRER 2020 passa por “promover a concretização de uma ambição colectiva que envolve o reforço da inovação regional”, um acréscimo de contribuição relativa para o PIB nacional, o esbatimento de assimetrias territoriais, a qualificação do capital humano e a manutenção de taxas de desemprego substancialmente inferiores à médica do país, “enquanto ingredientes essenciais da nossa estratégia de desenvolvimento regional”.

O orador aproveitou a ocasião para destacar a posição da região Centro no panorama nacional e até europeu, apontando-a como a “segunda região mais inovadora de Portugal e uma das cem mais inovadoras da União Europeu”, como também uma região possuidora de um “saldo positivo da balança comercial de bens, dotada de fortes entidades geradoras de conhecimento e capacitadas para o converter em valor económico e social”.

Outras das características da região Centro, de acordo com Pedro Saraiva, é o facto de a mesma deter “um leque alargado de excelentes empresas, em múltiplos sectores de actividade e repartidas pelos 100 concelhos do Centro” que apresenta, ainda, “o melhor sistema educativo do país e de longe as menores taxas de desemprego e desemprego jovem de Portugal”.

Porém, regista um dos piores resultados em termos de produtividade. Pelo que “os projectos que se direccionarem para essa área devem ser ganhadores em sede do Programa Operacional Regional”, referiu.

No entender de Pedro Saraiva, a região Centro “não deve ser excessivamente humilde” mas sim revelar-se “fantástica” perante o “mosaico de oportunidades” de que dispõe.

 

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