Roubo de eucaliptos afecta proprietários em Pombal

eucaliptoA Guarda Nacional Republicana está a receber, desde há algumas semanas, várias queixas sobre o roubo de eucaliptos em propriedades da freguesia de Pombal, o qual está a causar prejuízos de dezenas de milhares de euros.

Uma das proprietárias lesadas aponta para um prejuízo na ordem dos três a quatro mil euros e reconhece que há outros casos em que o valor é muito superior. O roubo foi efectuado sem que ninguém se tivesse apercebido, apesar de ter havido recurso a equipamentos motorizados e a camiões.

“No meu terreno é bem visível os rodados do camião” afirma aquela queixosa que, tal como já aconteceu com mais pessoas, formalizou a queixa no posto da GNR de Pombal.

O caso aconteceu numa vasta zona de eucaliptal localizado muito próximo do Parque Industrial Manuel da Mota, quase a paredes meias com as instalações da Adega Cooperativa de Pombal e da Escola Tecnológica, Artística e Profissional.

Daí que surpreenda os proprietários. “Embora não seja uma zona habitacional, localizam-se fábricas sendo, por isso, estranho que ninguém se tivesse apercebido de nada”, refere a lesada, que prefere o anonimato.

No entender daquela proprietária, “é bom que no futuro as pessoas ao verem trabalhos de corte questionem ou alertem as autoridades a fim de averiguar a legitimidade daquelas acções”.

Segundo a nossa fonte, os cortes abrangem vários eucaliptos indiferentemente das suas fases de crescimento. E tudo aponta para que tivesse ocorrido recentemente, tendo em conta os vestígios, quer nas marcas de corte, como nas folhagens deixadas.

Com a agravante daquele acto ilícito ter, em quase todos os casos, provocado prejuízos em outras espécies das redondezas.

“Como cortaram os eucaliptos sem qualquer cuidado, acabaram por me destruir pinheiros que estavam em fase de rebentamento e de crescimento”, conta a proprietária.

Apesar de não ser o seu caso, aquele roubo acaba por afectar algumas famílias que tinham naquela plantação a sua única fonte de rendimento.

Os proprietários ainda correm o risco de serem autuados caso não procedam à limpeza dos respectivos terrenos.

“No momento da apresentação da queixa disseram-me que teria de proceder à limpeza dos resíduos deixados no terreno após os cortes sob pena de ser autuada”, afirma.

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