Ministro admite ser inevitável uma reorganização municipal

conf PSD PombalO ministro da Presidência e dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, defendeu anteontem à noite em Pombal uma reorganização administrativa ao nível municipal, afirmando ser uma “inevitabilidade”, embora reconheça tratar-se de uma “reforma que não é fácil”.

Acompanhado pela vice-presidente da Comissão Política Distrital do PSD, Teresa Leal Coelho, e do líder da Distrital, Fernando Costa, o governante participou nas jornadas “Portugal no rumo certo! Orçamento do Estado 2014”, realizado no auditório do Teatro-Cine de Pombal.

No período de debate e em resposta a uma intervenção do presidente da Câmara de Ansião, Rui Rocha, o titular da pasta dos Assuntos Parlamentares destacou o “exemplo notável” dos autarcas no esforço que é pedido ao país.

Fazendo referência à necessidade dos municípios ganharem “escala”, o ministro afirmou que “o país não poderá escapar, no futuro, a uma reorganização a nível municipal”. “Mais cedo ou mais tarde” tem de ser efectuada, reforçou.

Uma opinião corroborada, de imediato, pelo ex-presidente da Câmara de Caldas da Rainha, Fernando Costa. O actual vereador em Loures referiu que a “reforma territorial não devia ter começa pelas juntas de freguesia” adiantando que “está-se a fazer muita asneira” uma vez que “em alguns casos foram criadas freguesias que são autênticos municípios”.

Antes de Luís Marques Guedes ter detalhado as principais linhas orientadoras do Orçamento do Estado para o próximo ano, considerado como “o mais importante” uma vez que será o último sob a alçada do Plano de Ajuda de Equilíbrio Financeiro, Teresa Leal Coelho procurou “desmontar algumas falácias do Partido Socialista”.

“Falácias que estão enraizadas na sociedade portuguesa”, disse, reconhecendo que o Governo e o PSD têm “alguma dificuldade em desmontar as falácias que têm vindo a público”, chegando a referir-se à “falta de um espaço privilegiado na Comunicação Social” quando se assiste a “comentários de ex-primeiros-ministros ou ex-ministros, moldadas às audiências”.

Enquanto espera que haja disponibilidade do PS para “negociar a reforma do Estado”, a dirigente social-democrata destacou a “vontade conjunta” do PSD e do CDS-PP para uma revisão constitucional.

Quanto ao Orçamento do Estado para 2014, Teresa Leal Coelho considera que assenta nos “princípios de solidariedade, equidade, consolidação e crescimento” que será “decisivo para que Portugal continue no rumo certo”.

 

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