Cidália Rodrigues apresenta poesia na Guia

Cidalia Rodrigues“Estes meus dias reflectem os dias em que necessito de preencher o meu desassossego, estando eu sossegada”. É desta forma que Cidália Rodrigues se refere ao seu livro de poesia “Estes Dias” que será apresentado no sábado à tarde no Salão José Maria Duarte Júnior, na vila da Guia, em Pombal.

A iniciativa é organizada pela União das Freguesias da Guia, Ilha e Mata Mourisca e da Associação de Pensionistas, Aposentados, Reformados do Oeste (APARO) e a obra será apresentada por Adélio Amaro da editora Folheto Edições.

“Tendo participado na V Antologia de Poetas Lusófonos, considerei ser importante revelar a um público que me vai conhecendo esta nova expressão”, refere a autora que já escreveu os livros “Guia – Uma história, Uma identidade” e “Outras histórias do Oeste”. “Seria justo fazer alguma coisa mais pessoal”, refere, acrescentando que “estas palavras saíram-me da espontaneidade dos meus dias mais emotivos”.

Cidália Rodrigues tem dúvidas que se trata de “verdadeiramente poesia” mas sabe que “em poesia há sentimento, uma dor, um cheiro de uma flor, há um sorriso com cor, amor, há um grito de liberdade, uma saudade, um olhar, que ficam guardados nas páginas corridas da vida”. “Esta é a forma mais sublime que encontramos para dizer o que vai na nossa mente”, refere.

Por sua vez, no seu prefácio, Adélio Amaro refere que a poesia de Cidália Rodrigues apresenta “leveza e a mensagem pura de uma manhã de ‘Maio’ onde o ‘Gosto’ se mistura com o abraço do ‘Homem de Sol’ que dorme sobre o pesar da sua vida e vai tenuemente sorrindo enquanto sente o agasalho dos raios solares, provavelmente cogitando: ‘Se pudesse à infância voltar’”.

“Cidália Rodrigues apresenta poesia de ternura, de sabedoria, de vida e de singeleza como o elementar sorriso que pode ser a esmola mais importante no dia de ‘Uma velhinha’”, sublinha o editor e escritor.

“Estes Dias”, com ilustrações de Jorge Rolo, “é um livro que se lê num trago, como que a acariciar a lareira numa tarde ventosa de Outono, onde ramos de árvore tilintam na janela de um lar sombrio de recordações”, conclui Adélio Amaro.

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