“Vermoilense” não se vê a crescer sem a “jóia” da sua escola de música

filarmonica vermoilenseA Sociedade Filarmónica Vermoilense (SFV) não se vê a “crescer e evoluir” sem a sua escola de música, considerada “sem dúvida, uma das jóias da coroa”. “Sem uma escola capaz de formar com qualidade e frequência de forma a permitir uma crescente evolução mas também uma permanente renovação”, diz o seu presidente, Filipe Leitão.

Para o dirigente daquela colectividade de Vermoil (Pombal), que comemorou, recentemente, 120 anos de existência, a escola de música “é uma aposta de futuro, tal como já é no presente e como tem sido nos últimos 14 ou 15 anos”. Daí que, um dos sonhos seria “termos condições para ensinar música a todas as crianças de forma gratuita” uma vez que possui “um quadro docente de altíssima qualidade”.

Filipe Leitão reconhece o papel “nuclear” que a Filarmónica Vermoiense desempenha no “são e normal desenvolvimento do ser humano, através do ensino da música”. “Somos a base de futuros músicos profissionais” bem como “aqueles que realmente formam” e que “vão buscar à escola e que iniciam os primeiros passos musicais até já conseguirem correr pelos seus próprios meios”.

“Fazemo-lo com meios muitos escassos e uma luta sem fins”, afirma o dirigente, adiantando que “no fundo, fazemos um papel que cabe em grande parte ao Estado”, ou seja, “o de educar e desenvolver o seu humano com qualidade através de uma linguagem universal que é a música”.

Referindo que o fazem com “escassas ferramentas e meios de apoio”, Filipe Leitão sublinha: “imaginem o que não faríamos se o Estado desempenhasse realmente o seu papel e nos apoiasse pelo papel que desenvolvemos na sociedade, de acordo com o que realmente é necessário e justo”.

O presidente da direcção refere que “são várias” as dificuldades verificadas pela centenária instituição. “Além das que são transversais a praticamente todas as associações / instituições como por exemplo a económica, também temos de enfrentar dificuldades que são características da sociedade actual”, realça, adiantando que “a necessidade de sermos inovadores e de por tal, nem sempre sermos compreendidos é uma das dificuldades muitas vezes sentida mas nem sempre referenciada”. “Fazemo-lo agora”, conclui.

 

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