Câmara de Pombal aprova orçamento de “grandes investimentos”

reun CM PombalA Câmara de Pombal aprovou, a 20 de Dezembro, com a abstenção dos três vereadores do PS, os documentos que irão orientar a gestão autárquica do próximo ano e que apresentam um orçamento pouco acima dos 49 milhões de euros. Documentos que representam “vida, entusiasmo, esperança, muito ânimo” e que “suscita uma enorme expectativa”, afirmou o presidente da autarquia, Diogo Mateus.

Ao iniciar a apresentação do Orçamento para 2014 e das Grandes Opções do Plano para o quadriénio 2014-2017, o autarca social-democrata explicou ao executivo que o documento previsional não contempla “um conjunto de receitas que o município espera contar receber em Janeiro ou princípio de Fevereiro do próximo ano” como é o caso da transição dos resultados de 2013 e de fundos relativos a candidaturas submetidas que deverão ser aprovadas ainda até final do ano.

“Será um acréscimo muito perto dos dez milhões de euros” e que “tornará o orçamento com uma estrutura diferente e muito mais equilibrada”, disse Diogo Mateus.

Já quanto aos “grandes investimentos”, Diogo Mateus enumerou um conjunto de obras que “a cidade e o concelho há muito tempo necessitam” na área da saúde, educação, rede viária e saneamento básico. Destacando, neste último domínio, o investimento de cinco milhões de euros na construção do emissário Carnide – Louriçal considerado como “a coluna vertebral de toda a rede saneamento básico” abrangendo várias freguesias do concelho, bem como a construção de rede pública nos núcleos mais populacionais.

Com aquele investimento, o município espera atingir uma cobertura na ordem dos 75 por cento em finais do próximo ano, segundo o vereador do pelouro, Pedro Murtinho.

Diogo Mateus destacou, ainda, na área da rede viária, um investimento a rondar os 1,8 milhões de euros, na melhoria do acesso Norte à cidade de Pombal (intercepção com o IC2), assim como a requalificação do troço da EN109 (Leiria – Figueira da Foz) que atravessa a vila da Guia. Obras a executar em articulação com a Estradas de Portugal.

Do lado do PS, Jorge Claro disse estranhar e lamentar que os vereadores socialistas não tenham sido chamados a dar o seu contributo à elaboração daqueles documentos. “Uma coisa é a maioria absoluta, outra é o poder absoluto”, frisou.

Diogo Mateus garantiu que no próximo ano será corrigido, considerando que com apenas dois meses de funções do executivo, não houve “ocasião” para “sentar todos os vereadores à mesma mesa”.

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