“Marquês de Pombal” visitado por um milhar em quatro meses

Museu Marques PombalO Museu Municipal Marquês de Pombal recebeu, de Setembro a Dezembro (até dia 17), um milhar de visitantes, dos quais dez por cento estrangeiros. Os indicadores constam da informação que a Câmara de Pombal vai prestar hoje à Assembleia Municipal.

Segundo aquele documento, o maior número de visitantes (494) foi registado no mês de Setembro, tendo os restantes dividido pelos restantes meses, com destaque para 51 estrangeiros que visitaram o espaço cultural no mês de Outubro.

O museu, que no início de Dezembro foi distinguido com uma Menção Honrosa na categoria “A Melhor Incorporação” nos Prémios da Associação Portuguesa de Museologia , recebeu durante aqueles mesmos meses visitas de grupos oriundos de diversos pontos do país, como Grupo Nacional de Ferroviários, Grupo de Turismo Sénior de Caldas da Rainha, Grupo Espanhol de Turismo Sénior, alunos do Curso Superior de Brigada de Trânsito, alunos e professores do Instituto Educativo do Juncal, entre outros provenientes do próprio concelho de Pombal.

Por outro lado, o Museu tem levado a efeitos diversas actividades lúdicas e pedagógicas, como um “Peddy Paper Pombalino” no âmbito do Encontro Intercentro de Cercis, “ABC do Marquês” para alunos do Instituto Educativo do Juncal, e “O museu na escola – Gaiola Pombalina: do Terramoto de 1744 à Nova Lisboa” para alunos do Lycée Français Charles Lepierre (Lisboa).

Criado em 1982, graças à doação da maioria do seu espólio pelo antiquário pombalense Manuel Gameiro, o Museu Municipal Marquês de Pombal foi inicialmente instalado no piso térreo do edifício dos Paços do Concelho, antigo convento antoniano datado do século XVIII.

Em Julho de 2004, após obras de remodelação da Cadeia Velha, na Praça Marquês de Pombal, o Museu é instalado naquele edifício pombalino, dotado de condições técnicas necessárias para a preservação do valioso espólio.

Segundo a autarquia, “o espólio do museu permite uma leitura da História Nacional e Local do século XVIII e da vida do Marquês de Pombal como figura central da vida política portuguesa dessa época.”

“Neste museu monográfico, a colecção mais expressiva é constituída por um núcleo bibliográfico composto por livros da época, sendo o mais antigo de 1717. Curiosos são os livros que enaltecem ou atacam a figura do Marquês, conforme os seus autores partilham ou não as ideias do grande estadista”, acrescenta.

Ainda, de acordo com a autarquia, “existe também um grosso núcleo de documentos legislativos como alvarás, sentenças e cartas de lei. Mas, sem dúvida, o que desperta maior interesse são os documentos manuscritos, alguns redigidos pelo próprio Marquês de Pombal relatando-nos assuntos da sua vida pública e privada.”

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