Grupos de teatro “encontram-se” em Pombal

teatro a_derivaO grupo Ajidanha de Idanha-a-Nova inaugura hoje, sexta-feira, o Encontro de Teatro de Pombal que irá decorrer este fim-de-semana com o objectivo de dar a conhecer o trabalho artístico desenvolvido por grupos teatrais com quem o Teatro Amador de Pombal (TAP) tem vindo a desenvolver parcerias culturais. A peça “À Deriva” subirá ao palco do Teatro-Cine de Pombal a partir das 21:30 horas.

Trata-se de um espectáculo caracterizado pelo “nonsense, pela comédia visual e pela implícita sátira do sistema social e político que muitas vezes se revela absurdo e profundamente injusto”, revela a sinopse da peça encenada interpretada por Ana Grilo, Bruno Esteves e Rui Pinheiro.

Catarina Ribeiro, presidente do TAP, justifica a realização daquele primeiro Encontro de Teatro, com a necessidade de “trazer alguns grupos com os quais fazemos intercâmbios” dando-lhes a oportunidade de actuar em Pombal.

Já pensado há cerca de um ano, o evento pretende dar a conhecer ao público pombalense “grupos praticamente desconhecidos” que terão, também, a possibilidade de se conhecerem entre si através das suas “produções mais emblemáticas”.

Amanhã, sábado, será a vez da Companhia de Teatro Pouca Terra, do Entroncamento, subir ao palco com “Sobre a Mesa de Cabeceira”. Uma drama que retracta a decadência de uma família de pescadores, onde as relações de uma família disfuncional, fortemente marcadas por abusos e violência na infância levam, no estaleiro do pai, dois irmãos já emancipados, encurralados pelo passado e em desespero, a cometerem, mutuamente, actos extremos de violência e a debaterem-se em busca da redenção.

O espectáculo é interpretado por Rafael Amaral Vergamota (que também é encenador) e Rute Lourenço.

O encontro encerra no domingo com “Panza e de la Manza” pelo grupo de teatro “O Nariz” de Leiria. Interpretado por Davi Ramy e Pedro Oliveira, trata-se de um espectáculo bilingue baseado em D, Quixote de La Mancha.

“A acção transcreve em diferentes lugares de um centro de correcção que pode ser uma prisão, um hospital psiquiátrico ou algo semelhante”, refere a sinopse.

Com um preço de entrada de um euro por bilhete, tendo em conta o “contexto económico e financeiro que o país atravessa”, a organização espera uma boa participação dos pombalenses nos três espectáculos que compõe o primeiro Encontro de Teatro.

Uma iniciativa elogiada parceiros do TAP na organização.

António Pires, vereador da Cultura da Câmara Municipal, sublinha a “função socio-cultural” do teatro amador, enquanto Nascimento Lopes, presidente da Junta de Freguesia de Pombal, enaltece o trabalho desenvolvido durante mais de três décadas pelo Teatro Amador de Pombal.

Um grupo que se prepara para iniciar numa nova peça com o apoio de José Carlos Garcia, director artístico do Chapitô.

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