“Orfeão de Leiria inicia um novo ciclo” diz Acácio de Sousa

(foto de Sérgio Claro | Imagereporter)

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“O Orfeão de Leiria inicia um novo ciclo com mudanças graduais no modelo de gestão, também decorrentes das condicionantes dos financiamentos, assegurando a continuidade de oferta de qualidade, que é inquestionável, e a continuidade da sustentabilidade”, garantiu Acácio de Sousa, o presidente da nova direcção do Orfeão de Leiria – Conservatório de Artes (OLCA), durante a sua tomada de posse, na passada quinta-feira, dia 6 de Fevereiro.

“Há uma obra prestigiante nesta casa, com quase 70 anos, e um período com um forte cunho de Henrique Pinto e de toda a sua equipa, que profissionalizou uma âncora desta casa – o Conservatório”, referiu Acácio de Sousa, que pretende dar continuidade à obra feita, racionalizando a gestão de forma a “ajustar a casa à realidade existente”.

Numa nota de imprensa, a nova direcção do OLCA refere que irá proceder a uma avaliação interna, que englobará todos os que colaboram com a instituição, de forma a refinar algumas estratégias e direccionar outras. Os resultados serão apresentados já em Assembleia Geral a realizar no final do mês de Março. “Estamos ainda a estudar alguns projetos inovadores que muito em breve serão apresentados”, afirma o novo presidente.

A constituição de um conselho consultivo, composto por pessoas individuais ou colectivas, é outra das apostas da nova direcção, “uma mais-valia para esta casa, que tem como objectivo a auscultação e aconselhamento em termos artísticos e de gestão”, salientou Acácio de Sousa. Para além de municípios e patrocinadores, já estão confirmadas personalidades de mérito reconhecido e referência para região, como é o caso de Henrique Pinto, Pedro Faria, Mário Matias, António Ferreira, Carlos André, Isabel Damasceno, entre outros.

A nova direcção do OLCA conta, ainda, com os vice-presidentes: António Moreira de Figueiredo, arquitecto na Câmara Municipal de Leiria, Luiz Jordão, professor, e David Gomes, bancário aposentado; e como directores: Pedro Valente, coralista e consultor financeiro, Helena Gaiolas, professora, Maria Antonieta Brito, aposentada, Maria Manuela Santos, advogada, e Isabel Joana Lourinho, psicóloga no Instituto de Emprego, a que se juntam Orlando Figueira, coralista e técnico de análises clínicas, Luís Mourão, professor e dramaturgo, e Ana Paula Santos, professora.

Preside à mesa da Assembleia-Geral o advogado Victor Faria, membro do Conselho Superior de Magistratura, e como vice-presidentes estão João Paulo Marques, vice-presidente do Instituto Politécnico de Leiria, e a advogada Maria de Lurdes Quintela. Luís Capinha, agente de seguros aposentado, e Isabel Figueira, coralista e dirigente da Associação de Solidariedade Vida Plena, serão os secretários.

Ao Conselho Fiscal presidirá Cacilda Sena, juíza desembargadora do Tribunal da Relação de Coimbra, tendo como vice-presidente, Armínio Ferreira de Azevedo, inspector de finanças e como vogais: Alberto Antunes, coralista e contabilista, César Santos, economista, e João Carlos Pereira, economista e gestor de empresas.

 

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