Câmara recorre aos GIPS para alertar da necessidade de limpeza de florestas

gips gnrSensibilizar e alertar para a necessidade de limpeza dos terrenos que circundam as edificações, é o objectivo da Câmara de Pombal ao promover um conjunto de acções de prevenção e defesa da floresta, em parceria com o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, para além do Gabinete Técnico Florestal, serviços municipais da Protecção Civil e juntas de freguesia.

Trata-se de uma “aposta forte” na “sensibilização dos munícipes para a limpeza de prédios rústicos e espaços florestais em situações de abandono”, refere a autarquia presidida por Diogo Mateus.

Por sua vez, Catarina Silva, vereadora da Agricultura e Florestas considera que “esta é uma boa ferramenta para combater os incêndios florestais do concelho”, adiantando que as entidades parceiras já se encontram a proceder, em todas as 13 freguesias, a um levantamento de campo de todos os terrenos que se encontrem em situação de abandono, num raio de 50 metros em torno de todas as edificações.

Numa nota de imprensa, a autarquia alerta que “o não cumprimento das limpezas definidas, até ao dia 15 de Abril, originará levantamento de autos de notícia e posterior contra-ordenação.”

Daí que no âmbito daquela acção de sensibilização, “serão distribuídos por todo o concelho folhetos informativos com informação importante para a defesa das habitações contra incêndios” para além da realização, também de acções de sensibilização, em todas as freguesias, “onde será dado especial destaque às Brigadas de Primeira Intervenção, que terão formação específica em combate a incêndio e em comunicações”, refere a mesma nota.

Ainda quanto à “política florestal do concelho”, o município “aposta também na análise estratégica de pontos de água e na sua preservação, na manutenção de caminhos florestais que são vitais no combate aos incêndios”, lê-se no documento, sublinhando que o Plano Director Municipal “já incorpora as preocupações do ordenamento florestal do concelho e na elaboração do cadastro florestal.”

A autarquia recorda, ainda, que na mesma senda foi aprovado em Novembro de 2013 “um conjunto de políticas fiscais de combate ao abandono dos espaços florestais e dos prédios rústicos, que viram ser majorado o imposto de IMI em 100 por cento, nos casos em que se identifique o incumprimentos das normas estabelecidas para a manutenção desses espaços”.

 

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