Diogo Mateus quer atrair investidores japoneses a Pombal

recepcao embaixador JapaoO presidente da Câmara Municipal de Pombal, Diogo Mateus, pediu ontem ao Embaixador do Japão em Portugal, para colocar o concelho como “território de destino” dos investidores japoneses. O apelo foi feito durante uma visita que Hiroshi Azuma realizou ontem à cidade para visitar a empresa Nemoto, uma das poucas unidades industriais japonesas no país.

Para o autarca social-democrata os investidores japoneses “serão melhor sucedidos em Pombal que em outro ponto do país”, tendo em conta a “localização, as acessibilidades e a centralidade” do concelho, bem como as “infra-estruturas industriais acima da média” existentes.

Por outro lado o autarca enalteceu o “esforço” do executivo para reduzir os impostos e taxas municipais, para além de existirem em Pombal “recursos humanos capacitados e disponíveis”. Um factor que faz com que o concelho registe “uma taxa de desemprego das mais baixas da região”.

Na caracterização que fez do concelho, Diogo Mateus sublinhou, ainda, o facto de em 2013 Pombal ter visto reconhecidas 54 das suas empresas com o galardão PME Líder e outras 12 com o de PME Excelência, para além das quatro empresas “Gazela”.

O edil aproveitou para fazer um “convite” a Hiroshi Azuma. Para além de representar o Imperador do Japão em Portugal, represente, também, o Município de Pombal junto dos investidores e empresários japoneses.

Tendo como intérprete, Shigetoshi Yamaguchi, representante da empresa Nemoto, o Embaixador justificou a sua visita a Pombal, não só para conhecer aquela unidade industrial, mas também para “chamar para aqui mais investidores japoneses” como ainda para fomentar eventuais geminações com cidades japonesas. Hiroshi Azuma pretende, também, “desenvolver mais exportações de produtos agrícolas portugueses para o Japão” e “atrair mais turistas japoneses a Portugal”.

Após a sessão solene de boas vindas no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o diplomata visitou o centro histórico de Pombal, designadamente o Museu Marquês de Pombal e o Centro Cultural, antigo Celeiro de Sebastião de José Carvalho e Mello.

Antes, Hiroshi Azuma referiu-se ao terramoto de 1755 que destruiu Lisboa, afirmando que “há cerca de três anos o Japão também teve um grande problema”. Daí que “talvez haja a possibilidade de aprender com a experiência do Marquês de Pombal para ajudar a reconstruir o Japão”, disse.

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