Fernando Costa quer manter vitórias eleitorais em Leiria

Tertulia Paulo RangelFernando Costa quer acabar o seu último mandato como líder da distrital do PSD Leiria sem perder a “batalha eleitoral” de 25 de Maio. O actual vereador da Câmara de Loures falava, em Pombal, quinta-feira à noite, numa tertúlia promovida pelo PSD Pombal tendo como orador Paulo Rangel, cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP.

Fernando Costa afirmou que “é importantíssimo que a Aliança Portugal ganhe” as eleições de 25 de Maio. “Se ganharmos esta eleição será o descalabro e desanimador para o partido socialista”, disse, acrescentando que “se a Aliança ganhar estas eleições, ganhamos as Legislativas de 2015”.

Por sua vez, Paulo Rangel, afirmou que a lista socialista ao Parlamento Europeu junta elementos ligados ao “pecado original” e ao “pecado capital”. O cabeça de lista da Aliança Portugal, considera que António José Seguro “não nos surpreendeu” uma vez que apresentou uma lista de “regresso ao despesismo e ao passado”.

“Isto é de tal maneira assim que o cabeça de lista [Francisco Assis] foi líder parlamentar do engenheiro Guterres, pecado original, e foi líder do engenheiro Sócrates, pecado capital”, realçou, acusando-o de ser “defensor das duas políticas que nos trouxeram a esta situação”.

Na sua intervenção, em que contou a “história dos últimos três anos”, Paulo Rangel sublinhou que “a fase pior já passou” estando o país “num ciclo de melhoria”. “Claro que muita gente ainda não sente isto, ainda está a sofrer os efeitos dos cortes e destas medidas de austeridade, mas também já há muita gente que já sente”, realçou.

O candidato do PSD/CDS-PP, reconheceu que o “acordo duro e severo” com a assistência internacional provocou um aumento do desemprego, emigração, cortes nos salários e nas pensões, “mas também se foram fazendo reformas”, apontando “factores positivos” como o aumento das exportações, queda do desemprego e descida das taxas de juros.

“Foi, com certeza, dos maiores sacrifícios que os portugueses, pelo menos depois do 25 de Abril tiveram que fazer”, reconheceu, questionando: “agora que passamos essas tormentas e começa a haver sinais claros de recuperação é que nós vamos deitar tudo a perder?”.

Perante a assistência, onde se encontravam também militantes do CDS-PP, Paulo Rangel insistiu na questão. “Então nós estivemos três anos aqui com rigor, com austeridade, com sacrifício a tentar pôr as coisas outras vez de pé e agora que elas estão a ficar de pé é que vamos dar um pontapé e deitar tudo a perder?”.

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