Diogo Mateus reúne agentes culturais para debater futuro da “Casa Varela”

futuro da Casa VarelasO presidente da Câmara de Pombal conclui que a Casa Varela, adquirida recentemente pelo município, poderá ter “quatro funções principais: formativa, performativa, expositiva e criativa”. A conclusão de Diogo Mateus surgiu após um encontro com agentes culturais do concelho onde foram discutidas as “possíveis soluções de uso” daquele edifício no centro da cidade.

O autarca, citado numa nota de imprensa, refere que aquelas quatro funções “não devem repetir soluções que hoje já existem, mas sim, devem complementar essas mesmas soluções”, considerando “unânime que devemos ter um espaço aberto a todas as artes, a todas as culturas, a todas as disciplinas e a todas as idades e estratos sociais, sem que haja lugar a qualquer tipo de amputação de acesso ou de promoção, pois este deve ser um espaço com a maior amplitude possível”.

A mesma nota refere, ainda, que Diogo Mateus destacou igualmente a relevância da discussão para que “percebamos quais as questões mais importantes para a realização de uma renovação naquele espaço para que possamos perceber também que espaços podemos deixar em maior número e funcionalidade possível, dentro das áreas que estão previstas”.

O edifício, projectado pelo arquitecto Ernesto Korrodi e construído na década 20, foi adquirido pelo município em finais de 2011 por 279 mil euros tendo já sido alvo de obras de restauro do seu exterior.

O encontro dos agentes culturais promovido pela Câmara surgiu poucos dias depois de a JSD ter apresentado na Assembleia Municipal uma proposta para ali ser criado um “hostel”, um espaço de “co-working” e um Gabinete de Apoio ao Emprego e Empreendedorismo.

Segundo uma nota de imprensa da autarquia, Diogo Mateus destacou a importância da recuperação daquele imóvel, que dever ser encarado como “uma mais-valia” para o concelho. “Sei que estes projectos não são só ambiciosos sob o ponto de vista de uma ruptura cultural que queremos fazer, mas também naquilo que é uma aposta nas capacidades das pessoas e naquilo que isto possa também financeiramente custar, daí que encaramos este projecto como um investimento e não uma despesa”, afirmou o edil, citado na mesma nota.

Ao lançar o repto aos presentes com duas questões: “o quê?” e “como?”, o autarca considerou aquele encontro como um “marco na vida cultural do concelho e um momento de ruptura cultural, que se afirmará como uma data histórica para a cultura de Pombal”.

 

 

Anúncios

Sobre factualidades
Noticias sobre temas e factos da actualidade

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: