Praia das Rocas em Castanheira de Pera quer superar as 75 mil entradas de 2013

praia ondasA Praia das Rocas, investimento que colocou Castanheira de Pera, concelho do interior do distrito de Leiria, no mapa das estâncias balneares do país, espera superar este verão as 75 mil entradas de 2013.

“O ano passado, o número de entradas rondou as 75 mil pessoas. Este ano esperamos superar esse número”, disse à agência Lusa o administrador executivo da Prazilândia, empresa municipal que gere o complexo Parque Azul, que tem como imagem de marca ondas a 80 quilómetros do mar.

A diminuição de preços dos serviços de bar e restauração, e também da animação, assim como o alargamento do horário da praia, mantendo os valores de acesso do ano passado, são fatores que José Pais acredita poderem fazer aumentar o número de visitantes.

“Além de podermos personalizar o serviço de acordo com as solicitações, havendo maior flexibilidade na resposta a grupos, os preços vão ser mais baixos do que eram até aqui praticados”, declarou o administrador, realçando que os “veraneantes vão poder estar mais tempo no espaço, pelo mesmo preço do ano anterior”.

Atividades de slide, parede de escalada ou rapel, mas também canoagem ou batismo de mergulho são algumas das atividades previstas a partir de hoje, data de abertura da Praia das Rocas, estando ainda contemplados insufláveis e outras ações para crianças, ou eventos musicais.

“Pretendemos ter atividades para agradar a todos os públicos”, afirmou José Pais, considerando que a principal alteração no complexo, este ano, é a mudança na gestão, deixando de haver serviços concessionados, apontando, ainda, uma maior aposta na comunicação.

A praia fluvial das Rocas, no concelho mais pequeno e com menor população do distrito, com cerca de 3.200 pessoas, é, segundo o presidente da câmara, Fernando Lopes, uma “aposta ganha”, considerando que com o investimento, na ordem dos 7,5 milhões de euros, “ganhou o concelho, mas também a região”.

“Não é, apenas, um investimento de importância municipal, mas supramunicipal”, considerou Fernando Lopes, sem dúvidas de que “ganhou a economia local”, exemplificando que esta ainda “não tem capacidade de resposta em termos de dormidas”.

O presidente da câmara, que em 2013 iniciou o terceiro mandato na liderança do concelho, no sopé da serra da Lousã, salientou que não se pode fazer, “apenas, a contabilidade de quem visita o concelho durante a época balnear, mas do número de pessoas que se desloca fora desta época” e dos “acontecimentos” que a praia potenciou.

Fernando Lopes reconheceu que a praia acabou por “disfarçar um pouco” o “grande problema do concelho”, que é a desertificação, porque Castanheira de Pera “ganhou maior capacidade de atratividade”.

“Mas a desertificação persiste e é um problema que continua a preocupar”, frisou, não obstante os efeitos multiplicadores do investimento, visíveis no verão quando a população “duplica e triplica”.

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