JP solidária com populações afectadas por caulinos

pedreiraA Juventude Popular (JP) de Pombal está solidária com os jovens das freguesias de Pombal, Almagreira, Pelariga, Redinha e União de Freguesias de Guia, Ilha e Mata Mourisca no combate à concessão de exploração de caulino, prevista nestas freguesias.

Num comunicado, aquela estrutura concelhia da JP, considera que “num momento da nossa história em que cada vez mais se discute e protege a natureza e as suas paisagens, que asseguram uma qualidade de vida excelente para as gerações futuras, prevê-se a exploração de caulino para estas freguesias”. “A JP de Pombal considera que uma acção desta envergadura terá um impacto ambiental catastrófico, gerando alterações desastrosas na segurança, no bem-estar, na qualidade de vida das populações, e condicionando também o índice de coesão demográfica que o nosso concelho necessita para se desenvolver de uma forma integrada”, refere o mesmo comunicado.

No entender da Juventude Popular aquela actividade económica “poderá pôr em causa uma mancha florestal de assinalável dimensão, a qualidade do ar, a rede hidrográfica superficial e subterrânea, a fauna, flora e a atividade agrícola, não só para os locais em questão, mas também para todo o concelho de Pombal e para os concelhos vizinhos”.

“Trata-se de um problema com enorme abrangência e registamos com preocupação o fraco envolvimento de alguns órgãos de poder local na defesa dos interesses das populações afectadas”, afirma a JP.

No documento, os jovens centristas refere que a questão das explorações dos caulinos não passa ao seu lado, pelo que pretende manifestar “o apoio incondicional às populações e aos Jovens de Pombal, Almagreira, Pelariga, Redinha e União de Freguesias de Guia, Ilha e Mata Mourisca no seu combate à concessão da exploração de caulino, e em especial às pessoas que dão a cara por essa mesma luta”.

Recorde-se que o tema de exploração de caulinos tem sido alvo de algumas iniciativas no concelho de Pombal, como é o caso de emissão de pareceres desfavoráveis por parte das autarquias e a realização de sessões de esclarecimento junto das populações.

O Ministério do Ambiente já fez saber que aquelas comunicações “serão tidas em conta na tomada de decisão final” no que se refere à concessão da exploração. Por outro lado, afirma que está em preparação uma nova Lei de Bases dos Recursos Geológicos que “reforçará o envolvimento dos municípios no processo de tomada de decisão”.

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